O déficit de atenção é um distúrbio neurobiológico que afeta o funcionamento do cérebro em áreas que comandam, por exemplo, a capacidade de planejamento de tarefas e a memória de trabalho, causando sintomas como desatenção, agitação (hiperatividade) e impulsividade.
O diagnóstico de déficit de atenção é feito por um profissional da área médica, com conhecimentos pediátricos de avaliação psicossocial e saúde mental, como, por exemplo, um médico neurologista ou psiquiatra. O professor também é uma figura primordial desde o momento inicial de investigação, até o processo de confirmação do diagnóstico de déficit de atenção, já que um professor com um olhar atento apoia o diagnóstico precoce, contribuindo com o desenvolvimento da criança, extinguindo ou reduzindo incidências de bullying e diagnóstico sem fundamento. Vejamos alguns sinais:
- Freqüentemente deixam de prestar atenção a detalhes;
- Cometem erros por descuido;
- Dificuldades em manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas;
- Parecem não escutar quando lhe dirigem a palavra;
- Não seguem instruções;
- Não fazem tarefas escolares ou tarefas domésticas;
- Apresentam desorganização e tarefas incompletas;
- Interrompem conversas e brincadeiras;
- Não se envolvem em tarefas de esforço mental;
- Distraem-se por estímulos externos à tarefa ( ruídos, conversas…);
- Esquecem trabalhos e/ou objetos pessoais;
- Perdem coisas (livros, lápis e etc).
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créditos: http://naescola.eduqa.me
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